Bruno Rodríguez, numa publicação na plataforma de redes sociais da empresa norte-americana X, chamou a atenção para o que poderia acontecer caso a ilha fosse alvo de um ataque.
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Cuba afirmou: «Um eventual ataque militar dos EUA contra Cuba provocaria uma verdadeira catástrofe humanitária e um banho de sangue. Trata-se de uma situação em que os políticos, que não enviam os seus filhos nem os seus familiares para a guerra, estão a jogar à sorte; tanto os cidadãos cubanos como os norte-americanos perderão a vida por causa disso.»
Salientando que os EUA não têm qualquer justificação para atacar Cuba, Rodríguez afirmou: «Não existe a menor razão, nem mesmo a mais insignificante desculpa, para que uma superpotência como os EUA lance um ataque militar contra uma pequena ilha que não representa qualquer ameaça, apenas por causa da ambição de uma pequena minoria de mudar o sistema político ou o governo.»
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou numa declaração: «Cuba está a pedir-nos ajuda e nós vamos conversar com eles.»
Trump, que manifestou o desejo de visitar a «Havana livre» antes do fim do seu mandato, afirmou várias vezes que «depois do Irão, iriam ocupar-se da questão de Cuba».













