Três pessoas foram a julgamento na quinta-feira no Tribunal Criminal de Paris por furtarem peças de porcelana no valor de €370 000 ($437 000) da presidência francesa.
Um tesoureiro da presidência, o seu parceiro e um segurança do Louvre vão depor perante o Tribunal Criminal de Paris, acusados de furto e de posse de dezenas de peças de porcelana furtadas do Palácio do Eliseu, segundo a emissora BFM TV.
A Fábrica de Porcelana de Sèvres juntou-se como parte civil e avaliou o prejuízo em €370 000, estimando "cada prato em torno de €5000".
O caso teve início após o desaparecimento inexplicável de louças de prestígio, com os investigadores rapidamente a concentrarem-se numa rede de revenda.
O tesoureiro, a quem foi permitido recolher alguns itens danificados, foi supostamente acusado de desviar peças perfeitamente intactas da Fábrica, com o seu parceiro a vender as peças.
Entretanto, um recepcionista do Louvre, descrito como um "colecionador apaixonado", alegadamente adquiriu "quase 150 peças" sem questionar o volume.











