O Secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, afirmou que a Cimeira de Ancara, a realizar-se nos dias 7 e 8 de julho, se concentrará no cumprimento dos compromissos pelos aliados.
Dizendo que o atual ambiente de segurança é muito mais perigoso, Rutte afirmou que, por isso, é de importância crítica que os aliados da NATO trabalhem em conjunto para garantir a segurança.
Rutte afirmou que a Rússia continua a ser "a maior ameaça" para a segurança da Europa e do Atlântico, e acrescentou que os aliados também estão expostos a ameaças como ataques cibernéticos e sabotagem.
Indicando que entre os principais pontos da agenda dos aliados na Suécia estarão a Ucrânia e o Médio Oriente, Mark Rutte chamou a atenção para o facto de os aliados terem tomado medidas em relação ao Estreito de Ormuz.
Rutte afirmou que o encerramento do Estreito de Ormuz seria um ataque direto à liberdade de navegação e ao comércio global, e que já existem vários países a unirem-se em torno de planos para garantir a liberdade de navegação.
Enfatizando que a questão principal é a ação, o Secretário-Geral da NATO Rutte disse que têm sido travadas algumas discussões informais sobre um envolvimento direto da NATO e que a situação é dinâmica.
Recordando que os aliados tomaram uma decisão histórica sobre despesas de defesa na Cimeira de Haia, Rutte declarou: "Por isso, a Cimeira de Ancara concentrar-se-á no cumprimento dos compromissos dos aliados. A questão já não é se devemos fazer mais. A verdadeira pergunta é com que rapidez os aliados conseguem transformar os compromissos em capacidades."












