A Rússia e a Ucrânia confirmaram a troca de 205 prisioneiros de guerra de cada lado, na sequência de um importante acordo de troca anunciado na semana passada por Donald Trump.
A troca teve lugar esta sexta-feira como parte de um acordo mais amplo de troca de 1.000 prisioneiros por cada lado, promovido por Trump.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou que os Emirados Árabes Unidos prestaram assistência humanitária durante o regresso dos militares russos do cativeiro.
Os militares libertados encontram-se actualmente na Bielorrússia, onde estão a receber apoio psicológico e assistência médica.
Posteriormente, serão transferidos para a Rússia para tratamento e reabilitação, informou o ministério numa declaração publicada na plataforma russa de redes sociais Max.
A primeira fase
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou no Telegram que os prisioneiros de guerra ucranianos libertados incluíam soldados, sargentos e oficiais, a maioria dos quais estava em cativeiro russo desde 2022.
Segundo Zelensky, esta troca representa a primeira fase do plano de troca de 1.000 prisioneiros por cada lado.
Na semana passada, Trump declarou na sua plataforma Truth Social que a Rússia e a Ucrânia tinham acordado um cessar-fogo de três dias, entre sábado e segunda-feira, bem como a troca de 1.000 prisioneiros de cada lado.
Moscovo e Kiev realizaram duas trocas anteriores de prisioneiros em abril.
A primeira ocorreu durante a Páscoa Ortodoxa, quando ambas as partes trocaram 175 militares cada uma, enquanto a segunda teve lugar a 24 de abril, com a troca de 193 prisioneiros de cada lado.











