O principal legislador da Venezuela, Jorge Rodríguez, afirmou que mais de 400 pessoas foram libertadas da prisão no âmbito do processo anunciado na semana passada, destinado a servir como um gesto de paz.
Organizações de defesa dos direitos humanos indicam que o número de libertações varia entre 60 e 70, queixando-se simultaneamente da lentidão do processo e da falta de informação. Na segunda-feira, a autoridade penitenciária venezuelana declarou que 116 pessoas tinham sido libertadas da prisão.
O Foro Penal, uma importante ONG local que presta apoio jurídico a detidos, afirmou que, no início do ano, pelo menos 800 “presos políticos” se encontravam atrás das grades.
O governo sustenta que não existem presos políticos no país e que os detidos foram acusados de crimes legítimos.
A líder da oposição e vencedora do Prémio Nobel da Paz, María Corina Machado, que deverá reunir-se com o Presidente dos EUA, Donald Trump, na quinta-feira, tem sido uma das vozes mais destacadas a exigir a libertação dos prisioneiros, alguns dos quais são seus aliados próximos.









