O Departamento de Estado dos EUA informou que ordenou que «funcionários não essenciais do governo dos EUA e familiares de funcionários do governo dos EUA» deixassem a Arábia Saudita devido ao aumento dos riscos de segurança na região.
Numa breve declaração, o departamento informou no domingo que a decisão foi tomada como medida de precaução para garantir a segurança dos cidadãos americanos e da equipa diplomática no contexto da atual situação de segurança.
O departamento não forneceu detalhes sobre as ameaças específicas que motivaram a ordem, mas a medida surge num momento de tensões militares e de segurança intensificadas em toda a região.
Em situações semelhantes, os EUA costumam reduzir a presença de pessoal não essencial em países que enfrentam riscos potenciais à segurança, mantendo o pessoal diplomático essencial para garantir o funcionamento contínuo das suas missões.
No domingo, a Arábia Saudita informou que duas pessoas morreram e 12 ficaram feridas quando um projétil caiu na província de Al Kharj.
O Irão prometeu vingar-se depois de os Estados Unidos e Israel terem lançado um ataque massivo a 28 de fevereiro que matou o líder supremo do país, Ali Khamenei.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, pediu desculpas aos países vizinhos pelos ataques no sábado, mas disse mais tarde que o Irão seria «forçado a responder» se os Estados fossem usados para atacar o Irão.








