Portugal começou a votar na segunda volta das eleições presidenciais no domingo, com a extrema-direita na segunda volta e o país abalado por tempestades violentas que já causou vários mortos.
Embora esteja praticamente certo que o líder da extrema-direita André Ventura vá ser derrotado pelo candidato socialista António José Seguro, o desempenho da extrema-direita está a ser acompanhado de perto, assim como a última de uma série de depressões que têm vindo do Atlântico desde o início do ano.
As mesas de voto abriram às 08:00 (0800 GMT), com 11 milhões de eleitores em território nacional e no estrangeiro elegíveis para votar. As primeiras projeções à boca das urnas são esperadas por volta das 20:00.
Apesar de uma melhoria do tempo durante a noite de sábado para domingo, pelo menos 14 dos municípios mais afetados adiaram a votação para quase 32.000 pessoas por uma semana.
As tempestades mataram pelo menos cinco pessoas, provocaram inundações e causaram danos estimados em quatro mil milhões de euros (4,7 mil milhões de dólares).
Ventura está atrás de Seguro, de 63 anos, um veterano ator político. Uma sondagem, divulgada na quarta-feira, colocou o socialista com 67% de vantagem.
O Primeiro-ministro Luís Montenegro disse que as tempestades provocaram uma "crise devastadora", mas que as dificuldades associadas ao ato de votar poderiam ser ultrapassadas.
A última eleição presidencial realizou-se há cinco anos durante a pandemia de coronavírus, disse o Presidente cessante Marcelo Rebelo de Sousa.











